Experiência: Projeto de extensão Baú de Histórias

Experiência em Projeto de Extensão, por Bianca Ferreira.


Em minha estreia nas postagens aqui do Blog, venho contar pra vocês minha vivência de quase um ano no Projeto de Extensão Baú de Histórias. Espero que gostem, se inspirem e compartilhem experiências parecidas!

No Baú de Histórias, qualquer estudante de graduação da UNIFESP Baixada Santista pode participar (após passar pelo processo seletivo).O intuito é a interação de nós, alunos de graduação, com as criaturas mais lindas e puras do universo, as crianças (sim, sou apaixonada por crianças ♥ ). Em média elas tem de 2 a 7 anos e são crianças com carência de afeto e de estímulos sociais, além de apresentarem condições socioeconômicas desfavoráveis. As atuações podem ocorrer na Santa Casa de Santos ou então na UBS (Unidade Básica de Saúde) do Embaré e posteriormente na CAF (Centro de Apoio à Família). Vou contar pra vocês da minha atuação na CAF.

Construímos e contamos histórias para as crianças, utilizando sucatas para elaboração dos personagens ou brinquedos que farão parte da história. O uso de sucatas para a construção dos brinquedos estimulam a criatividade das crianças, para que elas percebam que podem criar seus brinquedos com baixo custo e que uma simples garrafa pet, pode ser um foguete, carrinho ou mesmo uma varinha mágica!

A construção das histórias no começo parece difícil e a elaboração dos personagens com sucata um grande desafio! Mas com o tempo isto se torna mais natural e fácil. As crianças da CAF participam das histórias e algumas vezes (na verdade quase sempre) modificam o contexto da história, como no dia que disseram em que elas eram ETs (extraterrestres) e que ali não era a Terra, nesses casos é “Se vira nos 30” pra incorporar aqueles novos desafios nas histórias.

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Ah! E as vezes, quando são muito pequeninas (de 1 a 2 anos), se assustam com algum personagem e começam a chorar, então uma de nós sai da história para acolher a criança assustada e então as outras personagens vão se adaptando com uma a menos (“se vira nos 30” de novo).  Essa foi a situação da foto acima. Um pequenino se assustou com a juba do leão, então tirei-a do rosto e contei a história com ela nas mãos e seguimos a história sem nossa narradora, que estava no caso, acalmando o garotinho.


O entrosamento com o grupo e capacidade de reinventar histórias vão se tornando cada vez melhores!


Bom, minha vontade é de passar a tarde aqui escrevendo pra vocês o quanto sou encantada com o projeto, mas daí ficaria muito extenso!

Espero que tenham gostado de conhecer um pouquinho deste projeto. Agora, contem vocês as experiências que tem ou tiveram com o construir e contar histórias para crianças e também com uso de sucata para criar brinquedos. Vamos trocar experiências e ideias!

 

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