Vídeo: Cacai Bauer

Olá! A indicação de hoje é um canal do Youtube chamado Cacai Bauer, a jovem é a primeira youtuber brasileira com síndrome de Down, ela em apenas um ano já conquistou mais de 150 mil inscritos e uma legião de admiradores por sua simpatia. Seu nome é Cailana Eduarda, é de Salvador e tem 22 anos, um de seus sonhos é ser famosa e como vimos ela já esta alcançando essa conquista. Em um de seus vídeos cita que começou na APAE com apenas 4 meses de idade acompanhada de fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional.

Com muito bom humor Cacai faz vídeos divertidos de paródias musicais e outros em que conversa com os seus inscritos sobre os mais diversos assuntos, sempre enfatizando que ser diferente é normal.

A indicação vai para todo o seu canal, mas o vídeo escolhido é o qual ela se apresenta com 50 fatos sobre ela:

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Vídeo: Afinal, o que é T.O?

Olá, pessoal! Hoje, escolhemos postar um vídeo que mostra, rapidamente e de forma bem explicada, o que é a terapia ocupacional. Além de explicar a profissão, também é apontado alguns equívocos que são feitos em relação a mesma.

O vídeo, que foi feito pela equipe do site REAB, gira em torno de  perguntas:

– O que faz um terapeuta ocupacional?
– Terapia Ocupacional é uma profissão de nível superior!!
– Terapia Ocupacional é a mesma coisa que Fisioterapia? Existe “Fisioterapia Ocupacional”?

Esperamos que gostem!

Vídeo: Sobre representatividade.

No indicação de vídeo de hoje, trazemos um momento muito importante para Emma Bennett, menina que 10 anos que teve sua perna amputada ainda na infância. Em seu aniversário, a garota recebe uma boneca com uma prótese igual a dela e sua reação nos ensina em poucos minutos a importância da representatividade. Impossível não se emocionar.

“Ela tem a perna igual a minha!”

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Sobre caminhar e TimTim

Um dos verbos trabalhados em aula dentro do módulo de ART I – Atividades Cotidianas foi o verbo caminhar. Aprendemos que o caminhar é um recurso terapêutico, este muito importante tanto para nossa saúde física quanto para a saúde mental.

Nesse vídeo foi retratado de forma meiga e poética, o caminhar de uma criança sob o olhar de sua mãe:

“Valentim tem me ensinado sobre caminhos, caminhares e destinos, que o chegar é mais valiosa que a andança, que o encontro é precioso e necessário.”   

  

Tenda do Brincar na UNIFESP Baixada Santista

Seguindo nossas postagens sobre a Semana Mundial do Brincar, hoje toda a equipe do blog AtividART veio contar sobre a experiência da Tenda do Brincar, atividade proposta pela turma 09 da terapia ocupacional e pelas profªs Andrea Jurdi e Carla Cilene, do módulo de Atividades Lúdicas e Lazer (ART III).

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Na terça-feira (24/05), das 11h as 14h, o saguão lateral do campus foi todo preparado para proporcionar aos alunos e aos demais que ali passassem um momento descontraído e de lazer. Músicas, jogos e brincadeiras que remetiam a infância e permitiram a vivência que viemos relatar hoje.

Antes dos relatos, trouxemos também um vídeo, feito pela própria equipe no dia do evento, para que todos possam sentir (ou relembrar) a atividade e o “clima de sorrisos” do dia.

Experiências:

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“Walty Disney já dizia: os adultos são apenas crianças crescidas. E nesse evento, podemos ver vários jovens/adultos deixando a sua criança interior reviver. Jovens adultos com brilho nos olhos, sorriso estampado e muita alegria, esquecendo-se dos problemas, responsabilidades, assim como eram quando crianças, apenas sorrindo e brincando.” – Gabriela, T.O. 11

“Em um12079120_756826447752665_2948341217465295757_na das semanas mais conturbada que tive nesse semestre, uma pausa para alho que há muito tempo não fazia: brincar. Incrível ver como isso é algo que faz parte de nós, como a sensação gostosa de pular amarelinha é a mesma ou a felicidade ao cantar as músicas que fizeram parte da nossa infância. Me senti renovada ao sair de lá, não vi o tempo passar enquanto ia em todas as mesas possíveis. Outra coisa que achei incrível foi a interação que esse momento nos proporcionou, pessoas que nunca se falaram antes juntas, rindo e relembrando brincadeiras antigas. Foi lindo. Acho que isso é a melhor forma de definir.” – Ana, T.O. 10

“Achar que o brincar é uma atividade exclusiva para crianças é uma forma equivocada de se 12391243_1042078165858282_4419397419868071202_nviver ou deixar de viver. Mesmo o brincar ser essencial para crianças, no dia de hoje, realizar brincadeiras sem a presença delas, me confirmou a necessidade de outras fases da vida também realizar tais atividades.
A experiência de reviver brincadeiras e jogos que praticava na infância, como amarelinha, por exemplo, foi a forma mais agradável e divertida de passar o horário de almoço e fazer algo diferente no meu cotidiano.” – Mateus, T.O. 10

12654183_1134775306574334_8407997226081545554_n“Eu estava doente, em uma semana super pesada na faculdade, e quando desci para brincar na tenda foi uma sensação tão boa que não queria ter que sair de lá para almoçar e voltar para aula depois. Reviver as brincadeiras que fizeram parte da minha infância, conhecer outras maneiras de brincá-las e conhecer jogos que nunca tinha visto, deu uma quebrada positiva nessa rotina da universidade e nos faz refletir o por que propor brincadeiras e atividades lúdicas é tão importante.
As pessoas rotulam o brincar como algo exclusivo da criança, mas nesse evento provou que não, pois a atividade foi proposta a um grupo composto em sua maioria por jovens e adultos, que ficaram bem contentes com a atividade e no outro dia ainda ficaram me perguntando se a proposta iria ser a semana inteira e queriam mais, assim como eu.” – Dayane, T.O. 10

11101165_963530970349869_1059148627_n “Mesmo estando a maior parte do tempo atrás da câmera a experiência foi muito significativa. Ouvir cada depoimento dizendo o quão aliviador estava sendo aquela quebra de rotina e o sentimento nostálgico que as atividades e ambiente proporcionaram pra mim já foi suficiente. Mas, é claro que não ia ficar só de espectadora, também brinquei, aprendi, cantei e sorri junto com os colegas. A universidade precisa de mais atividades coletivas e prazerosas assim.” – Alynne, T.O. 09

12734051_1023827890996598_6121926972944079595_n “Foi uma experiência com uma energia muito positiva, todos estavam realmente entretidos e felizes, boa parte das pessoas ficaram bastante tempo ou  até mesmo até o final o que mostra que a proposta foi bem eficiente. O que mais me chamou a atenção foi a paciência e a principalmente a vontade  que as pessoas tinham de ensinar determinado jogo para as outras. Em meio de toda a agitação que passamos pela semana ter algo que nos faça aproveitar os pequenos momentos da vida é gratificante, pois não percebemos a importância de algo que parece tão simples mas na verdade não é, faz diferença. Cada dia que passa eu me orgulho mais da profissão que escolhi pois valorizamos muito esse ato do brincar e entre outras atividades.” – Gabrielle, T.O. 11

12814197_915588625203748_7930955525788737444_n” Nós já sabemos o que esperar de uma terça-feira na faculdade. Ou de uma segunda, quarta, quinta… Temos mais ou menos noção de como será o dia baseado no que sabemos do nosso próprio cotidiano. Essa semana foi diferente, e foi muito divertido ver como as pessoas, e nós mesmo, reagimos à esta mudança. Principalmente quando a mudança é algo tão positivo quanto uma tenda de brincadeiras celebrando a semana mundial do brincar. Algo muito recorrente nos depoimentos dos alunos que participaram dos jogos e brincadeiras propostas pela atividade foi apresentar o fato de que temos uma semana muito pesada, e quase sempre cansativa e do quanto é incrível quando temos uma atividade diferente como essa. Ter um momento como esse para descontrair e sair da rotina acadêmica comum, foi uma experiência extremamente agradável. Além de nos sensibilizar para a questão do brincar e de como essa é uma atividade de extrema importância não só para o desenvolvimento infantil mas para que exploremos experiências em diversas fases da vida.” – Grazi, T.O. 10

12980574_1183950268323504_67348619_n“Brinquei sim. E muito! Gosto muito da semana mundial do brincar, como minha mãe é pedagoga sempre frequentei nas escolas as oficinas especiais da semana do brincar, e esse ano tive oportunidade de experimentar na faculdade. Admito, nunca deixei de me sentir criança, mas ver todas aquelas pessoas voltando a esse sentimento gostoso da infância, e ver que o brincar proporciona foi incrível! Todas as musicas, jogos, danças e outras brincadeiras foram uma oportunidade de relembrar mais um pouco o gostinho da infância. Foi um jeito muito bom de passar o horário de almoço!” – Babi, T.O. 10

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Equipe organizadora do evento – Semana Mundial do Brincar na Unifesp Baixada Santista

Vídeos: Envelhecimento e Terapia Ocupacional

Olá, amigos. Hoje queremos compartilhar com vocês vídeos sobre a terceira idade que trazem questões importantes, como: velhice, sexualidade e luto nessa fase da vida.

Os vídeos em questão foram levados para debate em sala de aula, no módulo de Processos do Envelhecimento, por alunos da T.O. 09 em apresentações de seminário.

Neste primeiro vídeo é mostrado todo o processo do envelhecimento, fazendo relações com os marcadores biológicos e sociais de cada fase, ao som da música Paciência do Lenine.

No segundo temos um documentário sobre Amor e Sexo na Terceira Idade. Na apresentação o tema se mostrou tabu, não só para os idosos, mas principalmente para nós jovens.

E por último, mas não menos importante, o vídeo “A senhora e a Morte” que foi indicado ao Oscar de Melhor Curta de Animação e ganhou o Prêmio Goya de Melhor Curta Animado em 2009. Nele temos uma idosa, que vive sozinha no campo, está ansiosa esperando a morte para que possa rever seu falecido marido. Quando o ceifador vem buscá-la, é salva por um médico presunçoso.

Cabe também a discussão, além do luto e enfrentamento da morte, as questões bioéticas relacionadas a decisão da pessoa pela morte e/ou adiamento da mesma por decisão familiar e/ou do profissional da saúde (eutanásia, distanásia, ortotanásia e kalotanásia).

Bom, esperamos que gostem das indicações de hoje da nossa vidioteca. Fica aqui o espaço para comentários e discussões a cerca do tema e sua relação com a Terapia Ocupacional.

Expectativa x Realidade: Estudante de Terapia Ocupacional

Olá, como estão? Hoje trouxemos um vídeo mais descontraído com a “expectativa vs realidade” de como é ser um estudante de Terapia Ocupacional. Afinal, quem nunca se deparou com um “aaaah, é fisioterapia com psicologia” ou “hm, sei. vocês ocupam as pessoas com pinturas e joguinhos, né?”.

Participaram das gravações alunas Joyce Pereira, Raquel França e Roberta Falcão, do curso de T.O. da UFPE, e Alynne que faz parte da equipe do blog e é estudante da UNIFESP.

Temos certeza que os alunos e atuais profissionais se identificarão com alguma das situações. APERTA O PLAY!

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