Sugestão de leitura: Grupos & Terapia Ocupacional: Formação, pesquisa e ações.

Grupos & Terapia Ocupacional: Formação, pesquisa e ações – Viviane Maximino e Flávia Liberman (ORGS.) – Summus editorial. 294 páginas.

51A5B0sBKoL._SX331_BO1,204,203,200_

Resenha: A obra é um conjunto de contribuições de vários terapeutas ocupacionais que vivenciam e coordenam grupos distintos de áreas diferentes, que trazem de forma singular a sua experiência com esses grupos. O livro é dividido em dezesseis capítulos, a maioria escrito conjuntamente com mais de dois autores e com perspectivas distintas.

O capítulo 15 escrito pela Stella Maris Nicolau fala sobre sua vivência com grupos na atenção básica e como se enraizar em uma comunidade; já Lívia Barbieri, Maximino e Liberman relatam no capítulo 4 a vivência com um grupo de jovens da região da Zona Noroeste em Santos. De forma discreta, as autoras demonstram a importância de conhecer os serviços de saúde, o território e de se fazer presente nele.

Cheio de vivências, narrativas, questionamentos e reflexões; a obra Grupos & Terapia Ocupacional é o livro perfeito para entender como funciona a formação e ações que acontecem em um grupo, e como lidar também com os medos e frustrações que podem aparecer quando se coordena um.

Indicação para os módulos: Abordagem grupal e TS – Clínica integrada: atuação em grupos populacionais.

Anúncios

Sugestão de filme: Adam

19391501
A nossa dica de hoje chega acompanhando a campanha de Conscientização do Autismo, realizada há alguns dias. O filme retrata um dos transtornos do espectro do autismo: a Síndrome de Asperger.

“Adam” é um filme de Max Mayer lançado no ano de 2009. O filme retrata a vida do jovem Adam, portador da Síndrome de Asperger, considerada um dos tipos de autismo. Adam acaba de perder o pai quando conhece Beth, sua vizinha, e juntos eles começam uma relação. Ela, porém, não compreende de início algumas atitudes de Adam, que por sua vez passa a apresentar a Beth o mundo em que vive e a sua visão de tudo, de forma didática o protagonista explica o que é a síndrome e como foi aprender a conviver com ela no decorrer de sua vida.

Trailer do filme: https://www.youtube.com/watch?v=ryt3rPAE010

Diante do conhecimento acerca da Síndrome de Asperger e do que podemos observar no filme a T.O. possui um importante papel junto aos portadores desta síndrome, uma vez que sua intervenção se faz necessária desde os primeiros anos de vida, auxiliando no desenvolvimento de habilidades sociais e intervindo em manifestações de alterações de humor e problemas com a atenção. Quanto mais precoce for o diagnóstico e tratamento, maiores serão as chances do desenvolvimento se dar de maneira mais saudável, promovendo uma melhor qualidade de vida ao cliente.

Alguma sugestão de filmes que façam pensar a T.O.? Colabore com o Atividart compartilhando-as com a gente através do nosso e-mail: unifespart@gmail.com

Não deixem de conferir!

Selfie Azul pelo autismo! UNIFESP – Baixada Santista

Hoje, 2 de abril, é o dia mundial de conscientização do autismo. Segundo o Conselho Regional de Fonoaudiologia – 2° Região/SP, esta data foi proclamada oficialmente em 18 de dezembro de 2007, quando a Assembléia Geral da ONU aprovou a resolução 62/139, apresentada pelo Estado do Qatar.

O objetivo principal desta data é esclarecer a população sobre a convivência e a integração dos autistas e suas famílias na sociedade, debatendo sobre o assunto e reafirmando o compromisso de promoção da inclusão e defesa dos seus direitos fundamentais, tais como saúde, educação, lazer, liberdade, respeito pelo lar e pela família.

Autismo (1)

Autismo – Azul porquê?

O Azul foi a cor escolhida porque este transtorno global do desenvolvimento é mais comum nos meninos, na proporção de 4 meninos para cada menina.

Sendo assim, no dia 02/04, vários países apoiam a data, utilizando simbolicamente a cor azul em suas ações, festividades, campanhas, etc.

Nós, alunos do curso de Terapia Ocupacional da UNIFESP, desde o ano passado, fazemos a nossa “Selfie Azul”, um ato simbólico em apoio à causa e incentivando a divulgação, não só da data, mas de informações sobre o Transtorno do Espectro Autista.

foto azul autismo dia A.png

Este ano nossa foto contou também com a participação de colegas de outros cursos do nosso campus.

selfie azul pelo autismo DIA 02 de abril.png

Para nós, equipe do AtividART, é muito importante esta participação dos alunos nas atividades propostas e em apoio à uma causa tão importante como a divulgação de informações sobre o autismo.

Abaixo mais fotxenhas das turmas de Terapia Ocupacional vestindo azul pelo autismo!

turma 10 terapia ocupacional unifesp
Turma 10 de Terapia Ocupacional da UNIFESP
turma 11 terapia ocupacional unifesp
A populosa Turma 11 do curso de Terapia Ocupacional da UNIFESP haha
turma 12 to unifesp
Ei, calouros, não esquecemos de vocês e esse espaço está aguardando a #SelfieAzul da turma 12.
equipe atividart autismo selfie azul.png
Equipe 2017 do AtividART (faltou a Dri <3)

Em nome de toda a equipe do AtividART gostaria de agradecer a presença de todos e convidá-los a compartilhar alguma das imagens abaixo nas suas redes sociais, utilizando a #AtividART. Vamos utilizar o poder das ferramentas sociais em prol desta campanha.

Dinâmica: Tempestade de ideias

14-dinamica-um-novo-olhar

Objetivo:

Permitir a expressão das percepções, idéias, valores e opiniões dos participantes sobre temas relacionados às Pessoas com Deficiência, de modo espontâneo e criativo.

Duração:

40 minutos.

Material:

• Quadro-negro;

• Giz ou folha de papel grande (papel metro);

• Pincel atômico;

• Tiras de papel (papel A4 divido em 4 partes);

• Canetas.

Desenvolvimento:

• Cada participante recebe 3 tiras de papel e 1 caneta;

• O facilitador pede aos participantes que escrevam pelo menos três palavras que mais se relacionam ao tema Pessoa com Deficiência;

• Os papéis são recolhidos e redistribuídos aleatoriamente entre os participantes; • Solicita-se que cada um dos participantes faça a leitura das palavras que recebeu; • O multiplicador deverá escrever no quadro de giz ou no papel metro cada palavra lida.

Fechamento:

• O facilitador deverá então discutir seus significados, a revelação de sentimentos, valores, crenças e preconceitos, entre outros;

• Diante do conjunto de contribuições dos participantes,o facilitador deverá, com o auxílio do grupo, aprimorar conceitos e discutir os significados das palavras lidas, levando o grupo a refletir e concluir sobre o tema em questão.

Vantagens:

A atividade permite a obtenção de respostas espontâneas, valorizando as concepções, idéias e sentimentos prévios dos integrantes do grupo. Impulsiona o debate e cria um clima de descontração no grupo, pois a técnica não personaliza o autor da contribuição e é isenta de crítica e julgamento.

Limitações:

Exige habilidade do facilitador na fase de discussão das contribuições do grupo, dado sua provável diversidade. O facilitador deve ter o cuidado no que tange à emissão de crítica ou julgamento, preocupando-se em respeitar os valores sócio-culturais dos participantes.

Fonte.

Sugestão de Filme: Intocáveis

Nesta comédia dramática nos deparamos com um branco milionário com uma tetraplegia (Phillipe) e um negro pobre a procura de um emprego (Driss). Nesta procura ele acaba por cair numa entrevista para ser cuidador de Phillipe. Mesmo diante tantas diferenças, Driss é o escolhido para o emprego.

20143859

O filme Intocáveis traz provocações, de maneira leve e descontraída, da estranheza inicial que um tem com o outro, da falta de conhecimentos de Driss quando a uma tetraplegia e da diferença de classe social dos dois. Phillipe se permite conhecer a cultura de Driss, bem como este faz o mesmo. E assim começa uma grande amizade, cheia de desafios e descoberta entre estes dois personagens tão diferentes diante a sociedade, mas parecidos em suas essências.

A entrada de Driss neste emprego é um fato a ser pensado na Terapia Ocupacional do Campo Social, sua inserção naquela sociedade diferente das que estava acostumado. O Campo da Saúde Física com a reabilitação ou mesmo manutenção da condição física, no filme é mostrado que pode ser acalçado também através de desafios esportivos ou atividades inovadoras para Phillipe. Onde mais você enxerga a atuação da T.O. neste filme? Tenho certeza que conseguirá ver infinitas possibilitas! 🙂

Sugestão de Filme: Procurando Nemo

O filme de animação Procurando Nemo aborda de maneira leve e descontraída as download.jpgsingularidades de seus personagens. No personagem principal, o peixinho Nemo, destaca-se a vontade de superar sua deficiência física (uma barbatana menor); em seu pai , Marlim, observamos atitudes de super proteção de seu filho; na companheira de viagem Dori, a perda de memória recente e possível TDAH (transtorno de déficit de atenção com hiperatividade) nos tiram risadas e criam um carinho especial
pela personagem. Outros personagens no filme, com suas diversidades, merecem um novo olhar, para além da simples distração de ver um filme de animação infatil.
Se você já assistiu a este filme, lhe convidamos para assisti-lo novamente! Observe as diversas possíveis atuações da terapia ocupacional, tenho certeza que se surpreenderá. A s
uperação de limites e inclusão social dos personagens com deficiência são apenas umas das tantas discussões que o filme nos traz.

Tenda do Brincar na UNIFESP Baixada Santista

Seguindo nossas postagens sobre a Semana Mundial do Brincar, hoje toda a equipe do blog AtividART veio contar sobre a experiência da Tenda do Brincar, atividade proposta pela turma 09 da terapia ocupacional e pelas profªs Andrea Jurdi e Carla Cilene, do módulo de Atividades Lúdicas e Lazer (ART III).

WhatsApp-Image-20160524

Na terça-feira (24/05), das 11h as 14h, o saguão lateral do campus foi todo preparado para proporcionar aos alunos e aos demais que ali passassem um momento descontraído e de lazer. Músicas, jogos e brincadeiras que remetiam a infância e permitiram a vivência que viemos relatar hoje.

Antes dos relatos, trouxemos também um vídeo, feito pela própria equipe no dia do evento, para que todos possam sentir (ou relembrar) a atividade e o “clima de sorrisos” do dia.

Experiências:

11150914_665666040227022_327412784384914078_n
“Walty Disney já dizia: os adultos são apenas crianças crescidas. E nesse evento, podemos ver vários jovens/adultos deixando a sua criança interior reviver. Jovens adultos com brilho nos olhos, sorriso estampado e muita alegria, esquecendo-se dos problemas, responsabilidades, assim como eram quando crianças, apenas sorrindo e brincando.” – Gabriela, T.O. 11

“Em um12079120_756826447752665_2948341217465295757_na das semanas mais conturbada que tive nesse semestre, uma pausa para alho que há muito tempo não fazia: brincar. Incrível ver como isso é algo que faz parte de nós, como a sensação gostosa de pular amarelinha é a mesma ou a felicidade ao cantar as músicas que fizeram parte da nossa infância. Me senti renovada ao sair de lá, não vi o tempo passar enquanto ia em todas as mesas possíveis. Outra coisa que achei incrível foi a interação que esse momento nos proporcionou, pessoas que nunca se falaram antes juntas, rindo e relembrando brincadeiras antigas. Foi lindo. Acho que isso é a melhor forma de definir.” – Ana, T.O. 10

“Achar que o brincar é uma atividade exclusiva para crianças é uma forma equivocada de se 12391243_1042078165858282_4419397419868071202_nviver ou deixar de viver. Mesmo o brincar ser essencial para crianças, no dia de hoje, realizar brincadeiras sem a presença delas, me confirmou a necessidade de outras fases da vida também realizar tais atividades.
A experiência de reviver brincadeiras e jogos que praticava na infância, como amarelinha, por exemplo, foi a forma mais agradável e divertida de passar o horário de almoço e fazer algo diferente no meu cotidiano.” – Mateus, T.O. 10

12654183_1134775306574334_8407997226081545554_n“Eu estava doente, em uma semana super pesada na faculdade, e quando desci para brincar na tenda foi uma sensação tão boa que não queria ter que sair de lá para almoçar e voltar para aula depois. Reviver as brincadeiras que fizeram parte da minha infância, conhecer outras maneiras de brincá-las e conhecer jogos que nunca tinha visto, deu uma quebrada positiva nessa rotina da universidade e nos faz refletir o por que propor brincadeiras e atividades lúdicas é tão importante.
As pessoas rotulam o brincar como algo exclusivo da criança, mas nesse evento provou que não, pois a atividade foi proposta a um grupo composto em sua maioria por jovens e adultos, que ficaram bem contentes com a atividade e no outro dia ainda ficaram me perguntando se a proposta iria ser a semana inteira e queriam mais, assim como eu.” – Dayane, T.O. 10

11101165_963530970349869_1059148627_n “Mesmo estando a maior parte do tempo atrás da câmera a experiência foi muito significativa. Ouvir cada depoimento dizendo o quão aliviador estava sendo aquela quebra de rotina e o sentimento nostálgico que as atividades e ambiente proporcionaram pra mim já foi suficiente. Mas, é claro que não ia ficar só de espectadora, também brinquei, aprendi, cantei e sorri junto com os colegas. A universidade precisa de mais atividades coletivas e prazerosas assim.” – Alynne, T.O. 09

12734051_1023827890996598_6121926972944079595_n “Foi uma experiência com uma energia muito positiva, todos estavam realmente entretidos e felizes, boa parte das pessoas ficaram bastante tempo ou  até mesmo até o final o que mostra que a proposta foi bem eficiente. O que mais me chamou a atenção foi a paciência e a principalmente a vontade  que as pessoas tinham de ensinar determinado jogo para as outras. Em meio de toda a agitação que passamos pela semana ter algo que nos faça aproveitar os pequenos momentos da vida é gratificante, pois não percebemos a importância de algo que parece tão simples mas na verdade não é, faz diferença. Cada dia que passa eu me orgulho mais da profissão que escolhi pois valorizamos muito esse ato do brincar e entre outras atividades.” – Gabrielle, T.O. 11

12814197_915588625203748_7930955525788737444_n” Nós já sabemos o que esperar de uma terça-feira na faculdade. Ou de uma segunda, quarta, quinta… Temos mais ou menos noção de como será o dia baseado no que sabemos do nosso próprio cotidiano. Essa semana foi diferente, e foi muito divertido ver como as pessoas, e nós mesmo, reagimos à esta mudança. Principalmente quando a mudança é algo tão positivo quanto uma tenda de brincadeiras celebrando a semana mundial do brincar. Algo muito recorrente nos depoimentos dos alunos que participaram dos jogos e brincadeiras propostas pela atividade foi apresentar o fato de que temos uma semana muito pesada, e quase sempre cansativa e do quanto é incrível quando temos uma atividade diferente como essa. Ter um momento como esse para descontrair e sair da rotina acadêmica comum, foi uma experiência extremamente agradável. Além de nos sensibilizar para a questão do brincar e de como essa é uma atividade de extrema importância não só para o desenvolvimento infantil mas para que exploremos experiências em diversas fases da vida.” – Grazi, T.O. 10

12980574_1183950268323504_67348619_n“Brinquei sim. E muito! Gosto muito da semana mundial do brincar, como minha mãe é pedagoga sempre frequentei nas escolas as oficinas especiais da semana do brincar, e esse ano tive oportunidade de experimentar na faculdade. Admito, nunca deixei de me sentir criança, mas ver todas aquelas pessoas voltando a esse sentimento gostoso da infância, e ver que o brincar proporciona foi incrível! Todas as musicas, jogos, danças e outras brincadeiras foram uma oportunidade de relembrar mais um pouco o gostinho da infância. Foi um jeito muito bom de passar o horário de almoço!” – Babi, T.O. 10

fotos (1)
Equipe organizadora do evento – Semana Mundial do Brincar na Unifesp Baixada Santista